É um conceito da neurociência, também conhecida como plasticidade cerebral ou neural, concebe a ideia de que o nosso cérebro possui capacidades regenerativas que podem resultar em mudanças a nível estrutural no sistema nervoso e consequentemente, uma mudança na cognição (pensamentos, emoções, sentimentos) e nos comportamentos de uma pessoa.
Isso quer dizer que, quando aprendemos algo novo, esse processo de conexão a nível celular pode trazer mudanças na maneira como lidamos com determinadas situações em nosso dia a dia.
A possibilidade de aprimorar o seu cérebro em suas mãos. Como conseguir isso?
Com os estímulos certos, uma pessoa pode adquirir habilidades que antes não possuía ou recuperá-las. Isso fica evidente em casos de derrame, quando a pessoa reaprende determinados movimentos que foram prejudicados pelo problema, assim, ela utiliza outras áreas do cérebro que assumem essas funções perdidas, compensando a ineficiência da área prejudicada.
E, para conseguir isso você tem que entender que não existe fórmula mágica. A “zona de conforto” é inimiga da sua saúde cerebral! Por esse mesmo motivo, para manter o seu precioso cérebro em bom funcionamento e por muito tempo, você pode desafiar-se constantemente ao mudar rotinas simples do seu cotidiano, implementando a “ginástica cerebral”, por exemplo. Você pode aplicá-la em eventos corriqueiros e que já estão no piloto automático, como escovar os dentes. Se você trocar a mão dominante pela não dominante perceberá uma certa dificuldade em executar da mesma maneira que está acostumado. Aí é onde está a mágica! Ao inserir certos desafios na sua vida, você, obrigatoriamente, cria novas formas de resolver problemas e também de encará-los, há uma mudança de perspectiva que só é possível entender com a vivência. Vale a pena tentar!
Isso é revolucionário, pois por séculos, cientistas, médicos e especialistas acreditavam que o cérebro era imutável, a não ser pelo declínio natural da idade avançada. Este conceito mudou, recentemente, a maneira pela qual nós entendíamos o cérebro, pois independente da idade de uma pessoa, é possível fazer com que a mesma reforce as suas conexões sinápticas (ligações entre as células do cérebro).

Existem muitas coisas que podemos fazer para reforçar nossas conexões cerebrais e melhorar nossa função cognitiva. Aqui estão algumas dicas:
- Exercite-se regularmente. O exercício físico é um dos melhores exercícios para o cérebro. Ele ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro, o que leva à formação de novas células nervosas e à criação de novas conexões entre as células existentes.
- Aprenda coisas novas. Quanto mais aprendemos, mais nosso cérebro se desenvolve. Isso pode incluir aprender um novo idioma, tocar um instrumento musical, ou qualquer outra coisa que seja desafiadora e interessante para você.
- Durma bem. O sono é quando o cérebro se recupera e se repara. Certifique-se de dormir pelo menos 7-8 horas por noite.
- Alimente-se de forma saudável. Uma dieta saudável fornece ao cérebro os nutrientes de que ele precisa para funcionar corretamente. Isso inclui comer muitas frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras.
- Evite o álcool e o tabaco. O álcool e o tabaco podem danificar o cérebro e prejudicar a função cognitiva.
- Gerencie o estresse. O estresse pode prejudicar a função cognitiva. Encontre maneiras saudáveis de lidar com o estresse, como exercícios, meditação ou yoga.
Ao seguir essas dicas, você pode ajudar a manter seu cérebro saudável e funcionando em seu melhor nível.
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